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ENTENDA MAIS: Proposta em maio de 2024, PEC 19 segue parada desde abril de 2025

Documento proposto por Senadora do Maranhão solicita inserção de dois incisos no Art. 198 da Constituição

25.02.2026

Criada para reivindicar os direitos dos profissionais da Enfermagem, a Proposta de Emenda à Constituição conhecida como PEC 19 foi autuada no Senado Federal em maio de 2024, com Eliziane Gama (PSD/MA) como 1ª Signatária. Isso significa que a Senadora foi a principal autora e responsável pela criação do documento. Na proposta, a jornada máxima de 30h semanais e o reajuste anual conforme a variação inflacionária estão presentes.

Em dezembro de 2024, a tramitação do processo chegou até a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). No local, o documento foi analisado pelo relator, Senador Fabiano Contarato (PT/ES), que deu o parecer favorável à proposta com uma pequena modificação. Originalmente, o pedido era de alteração do § 12 do Art. 198 da Constituição Federal. Contarato escreve que deve-se fazer um acréscimo ao invés de alteração.

A partir da data, o documento passou a transitar com a inserção dos § 12-A e § 16 no Art. 198. Ao mesmo tempo, outra discussão acontecia e nela Ana Paula Lobato, Senadora pelo PDT/MA, solicitou que a PEC 19 tramitasse em conjunto com a PEC 21/2023. O pedido foi publicado apenas 16 dias depois da aprovação da PEC 19 por Contarato, ambas as propostas voltaram à CCJ, desta vez para análise em conjunto.

O Senador assumiu o “novo” processo e determinou em fevereiro de 2025 que a PEC 19 continuava aprovada, mas a PEC 21 não. Sua justificativa se baseou na Lei 14.434, aprovada em agosto de 2022, que definiu o valor do piso salarial definido sob a jornada de 44 horas semanais. Assim, mesmo com o pedido e a etapa adicional, não houve alteração no documento original.

Atualmente, acredita-se que a PEC 19 continua presa na CCJ e não avançou para uma Comissão especial, isso ocorre porque não houve publicações determinando que o documento fosse enviado para a próxima etapa de análise. Uma vez que a proposta chega até uma Comissão, o prazo para votação é de 40 sessões, e a inserção de emendas no documento se esgota nas 10 primeiras.

No fim, ocorre uma votação no Plenário da Câmara, na qual a aprovação depende dos votos de 3/5 dos deputados em dois turnos. Após a votação em uma Casa, a PEC precisa ser aprovada em outra. Só então, depois de transitar pelos espaços sem alterações substanciais, ela pode ser promulgada em sessão do Congresso Nacional.

Fonte: Ascom/ Coren-MT

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